O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos

Por - novembro 05, 2018

Eu amo histórias de Natal, e o Quebra-Nozes sempre foi uma das minhas preferidas. Lembro que quando eu era mais nova amava assistir “Barbie e o Quebra-Nozes”, principalmente na época natalina. Quando o Disney Animation Studios anunciou que faria uma adaptação do famoso clássico romance de E.T.A. Hoffmann, com toques do famoso balé de Tchaikovsky, eu fiquei muito feliz.


Intitulado como “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”, a história acompanha Clara (Mackenzie Foy), na véspera de Natal, embarcando em uma aventura para encontrar uma chave que abre o presente deixado por sua falecida mãe. A menina então descobre a existência de reinos mágicos (o Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino), e um mundo paralelo misterioso e estranho. Com a ajuda do soldado quebra-nozes Phillip (Jayden Fowora-Knight) e a Fada Açucarada (Keira Knightley) ela embarca em uma aventura para derrotar a tirana Mãe Ginger (Helen Mirren).


Essa nova adaptção da Disney para O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos é uma fantasia clássica com um roteiro bem básico. O filme pouco me emocionou, e a magia para mim ficou mesmo só no visual. A fotografia de Linus Sandgren, o design de produção de Guy Hendrix Dyas, e os figurinos criados por Jenny Beavan, foi o que me encheu os olhos o tempo todo. A leveza de Mackenzie ao interpretar Clara é mesmo encantadora, já os outros personagens deixam a desejar. Senti falta do soldado Quebra-Nozes que parecia estar sempre em segundo plano, botaram tanto açúcar na Fada que ela ficou intragável, e a Mãe Ginger parecia que não via a hora de voltar para casa. Sem contar os outros dois regentes, o do Reino dos Flocos de Neve e do Reino das Flores, que aparecem bem menos que os figurantes da globo.

É um filme bonito, mas não tão mágico e inspirador como eu imaginei.

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